16-julho 2010
Inverno provoca aumento de gripes e resfriados
Desde o dia 21 de junho, a estação mais fria do ano vem derrubando as temperaturas ao redor do país. Com a chegada do inverno, a população precisa ficar atenta ao aumento das doenças respiratórias transmissíveis, tais como gripes e resfriados. Tal fato ocorre porque o ar mais seco e a maior concentração de pessoas em ambientes fechados favorecem a circulação de diversos tipos de vírus respiratórios.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o aumento dos casos de gripe geralmente ocorre entre os meses de maio e outubro. Contudo, dependendo da região do país há pequenas variações no que diz respeito aos meses de maior incidência dos casos. No sul e no sudeste, por exemplo, em que os invernos são mais rigorosos, a maior incidência ocorre entre junho e outubro.
A GRIPE
A gripe é uma doença respiratória aguda causada pelo vírus influenza e tem como principais sintomas febre (em geral acima de 37 graus), congestão nasal, tosse, dor de garganta, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Os sintomas costumam se manifestar entre dois e três dias após o contágio e duram, em média, uma semana.
Febre alta permanente e dificuldade para respirar são sintomas que podem indicar o agravamento do quadro do paciente, principalmente se isso ocorrer nos grupos considerados de maior risco – como pessoas menores de 2 anos e maiores de 60 anos, gestantes, portadores de doenças crônicas (no coração, pulmão, fígado, rins, sangue e outros órgãos), diabéticos, hipertensos, transplantados, pessoas com baixa imunidade ou em tratamento de aids e câncer.
TRATAMENTO
Ao surgirem sintomas de gripe, resfriado ou rinite, é recomendável que o serviço de saúde mais próximo seja procurado. Além disso, tomar medicamentos por conta própria, como os antigripais, é um procedimento que deve ser evitado. A automedicação pode esconder os sintomas, contribuir para o agravamento da doença e dificultar o diagnóstico, que deve ser feito exclusivamente por um médico.